Leia a última edição do nosso boletim da política sexual.







Leia a última edição do nosso boletim da política sexual.
SPW, NUH/UFMG e ANTRA lançam o relatório de pesquisa “Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil”. O estudo examina de onde vêm, quem são, onde estão as correntes feministas antigênero/transfóbicas/essencialistas brasileiras e como se situam e atuam no cenário político mais amplo de desdemocratização, crescimento do ultraconservadorismo e da extrema direita no país.
Este artigo, de autoria de Jane Galvão, Peter Aggleton e Richard Parker, aborda decisões-chave tomadas e políticas aprovadas durante os primeiros seis meses da segunda administração Trump nos EUA que afetam a saúde global, com ênfase nas suas implicações para o trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e o Plano de Emergência do Presidente dos EUA para Alívio da AIDS (PEPFAR), entre outros.
No dia 22 de janeiro, o governo dos EUA anunciou a suspensão do financiamento a organizações estrangeiras que atuam na promoção de iniciativas de diversidade, equidade e inclusão. O SPW resumiu as principais alterações, que expandem as restrições previstas na "Regra Global da Mordaça" (Mexico City Policy) e que ainda terão muitos desdobramentos.
Conheça a série e acesse as relatorias dos debates sobre América Latina, EUA e África
A série Termos Ambíguos busca esclarecer a origem e os usos de expressões que têm sido usadas em discursos da extrema direita. A série é uma parceria do podcast Oxigênio, da Unicamp, com SPW
Como temos analisado desde 2022, o esporte é hoje um conflagrado campo de batalha centrado na participação de mulheres trans. Nesses embates, as forças conservadoras antigênero se entrelaçam com posições de defensoras dos direitos das mulheres – muitas das quais se definem como feministas — cuja pauta é a suposta defesa do lugar das mulheres nos esportes. O resultado desses embates tem sido o cerceamento e exclusão de atletas trans dos espaços esportivos.
Neste momento, se você estiver nos EUA, já deve com certeza ter ouvido os incessantes apelos republicanos para “tirar os homens dos esportes femininos”. É o argumento usado para demonizar as meninas e mulheres trans que jogam em equipes femininas e afastá-las completamente dos esportes escolares e universitários. Artigo de Françoise Girard, traduzido pelo SPW.
A política provavelmente afetará um grande número de mulheres e meninas em todo o mundo: o COI recomenda a realização da triagem “no início da carreira esportiva”, expondo até mesmo atletas em fase de desenvolvimento a resultados de testes genéticos potencialmente devastadores. Dado o número de modalidades esportivas e de países nos quais a política será implementada — atualmente, há 43 modalidades no programa olímpico combinado de verão e inverno e mais de 200 Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) —, é provável que a implementação da política seja bastante variada, expondo mulheres e meninas a uma ampla gama de possíveis danos.
Olá, Esta é a sexta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e
Para essa edição, entrevistamos uma vez mais Fabeni, para ouvi-lo sobre a complexa geopolítica do novo papado — em particular o confronto aberto com Trump —, perspectivas quanto as direções possíveis da política do Vaticano para os direitos LGBTIQ+. A entrevista pode ser lida aqui. Além da entrevista, esse número também oferece análise sobre duas outras tendências relevantes na política sexual atual. Analisa retrocessos em curso no campo dos direitos LGBTQIA+, oferecendo uma visão geral sobre a sucessão de leis draconianas contra a comunidade LGBTQIA+ aprovadas na África Ocidental e uma análise concisa da reforma altamente restritiva da lei da identidade de gênero aprovada em Portugal (março de 2026).
Convidamos mais uma vez Stefano Fabeni para avaliar os percursos políticos, os avanços e as ambivalências em jogo durante o primeiro ano do primeiro papa norte-americano. Agradecemos-lhe pelo seu tempo e pelas suas perspectivas esclarecedoras!
Este artigo examina o surgimento, a consolidação e os efeitos políticos das correntes feministas antigênero e transexclusionárias no Brasil entre a década de 2010 e meados da década de 2020, conforme mapeado em Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil (2025).
Este breve informe foi elaborado pela ANTRA-SPW-NUH/UFMG para informar o público internacional sobre estes desenvolvimentos, que ocorreram imediatamente antes da Conferência da ILGA LAC. Ele recapitula e sintetiza os resultados de relatórios recentes sobre o estado atual da política antigênero no Brasil, com especial destaque para o papel crescente das correntes feministas excludentes de pessoas trans no contexto brasileiro.
Esse informe é resultado de uma virtuosa parceria entre o SPW e o site português BUALA, editado por Marta Lança. Agradecemos a Marta e a Mariana Moniz pela parceria.
O Observatório de Sexualidade e Política (SPW), o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+ da Universidade
O SPW, em parceria com o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+ da Universidade Federal de
Em 2024, mais de 60 países realizaram ou realizarão eleições em diferentes níveis de governo. As disputas
Em 2024, mais de 64 países terão eleições em diferentes níveis*. Essas disputas são tanto eleitorais quanto
Abaixo, apresentamos a tradução ao português da relatoria sobre o webinário “Democracias em disputa: América Latina”. O
Abaixo, apresentamos a tradução ao português da relatoria sobre o webinário “Democracias em disputa: Estados Unidos”. O
O que é “identitarismo” e por que é uma acusação? A “linguagem neutra” é um atentado à língua portuguesa? E a “família” tradicional é uma realidade ou um ideal brasileiro? Essas são algumas perguntas que a segunda edição da publicação “Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia” pretende responder.
Como temos analisado desde 2022, o esporte é hoje um conflagrado campo de batalha centrado na participação de mulheres trans. Nesses embates, as forças conservadoras antigênero se entrelaçam com posições de defensoras dos direitos das mulheres – muitas das quais se definem como feministas — cuja pauta é a suposta defesa do lugar das mulheres nos esportes. O resultado desses embates tem sido o cerceamento e exclusão de atletas trans dos espaços esportivos.
Neste momento, se você estiver nos EUA, já deve com certeza ter ouvido os incessantes apelos republicanos para “tirar os homens dos esportes femininos”. É o argumento usado para demonizar as meninas e mulheres trans que jogam em equipes femininas e afastá-las completamente dos esportes escolares e universitários. Artigo de Françoise Girard, traduzido pelo SPW.
A política provavelmente afetará um grande número de mulheres e meninas em todo o mundo: o COI recomenda a realização da triagem “no início da carreira esportiva”, expondo até mesmo atletas em fase de desenvolvimento a resultados de testes genéticos potencialmente devastadores. Dado o número de modalidades esportivas e de países nos quais a política será implementada — atualmente, há 43 modalidades no programa olímpico combinado de verão e inverno e mais de 200 Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) —, é provável que a implementação da política seja bastante variada, expondo mulheres e meninas a uma ampla gama de possíveis danos.
Olá, Esta é a sexta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e
Para essa edição, entrevistamos uma vez mais Fabeni, para ouvi-lo sobre a complexa geopolítica do novo papado — em particular o confronto aberto com Trump —, perspectivas quanto as direções possíveis da política do Vaticano para os direitos LGBTIQ+. A entrevista pode ser lida aqui. Além da entrevista, esse número também oferece análise sobre duas outras tendências relevantes na política sexual atual. Analisa retrocessos em curso no campo dos direitos LGBTQIA+, oferecendo uma visão geral sobre a sucessão de leis draconianas contra a comunidade LGBTQIA+ aprovadas na África Ocidental e uma análise concisa da reforma altamente restritiva da lei da identidade de gênero aprovada em Portugal (março de 2026).
Convidamos mais uma vez Stefano Fabeni para avaliar os percursos políticos, os avanços e as ambivalências em jogo durante o primeiro ano do primeiro papa norte-americano. Agradecemos-lhe pelo seu tempo e pelas suas perspectivas esclarecedoras!
Para comentar o processo que levou à aprovação do PDL 3, bem como fazer um balanço político pós-votação e dos desafios futuros para o movimento pelo direito ao aborto no Brasil, entrevistamos Laura Molinari, co-coordenadora da Campanha Nem Presa Nem Morta. A entrevista, conduzida por Nana Soares, narra os desafios desde a aprovação da Resolução 258, em 2024, intensificados não só pela composição ultraconservadora do Congresso e do Senado como pela omissão dos aliados no campo institucional.
Olá, Esta é a quinta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e